terça-feira, 29 de março de 2016

Sindico Profissional Uma nova tendência



Fonte Revista Exame
Link direto http://goo.gl/ymVgp0

Prédios: em São Paulo metade dos grandes condomínios já está sob comando de síndicos profissionais
São Paulo – Em cinco anos, metade dos condomínios brasileiros estará sob a batuta de um síndico profissional. A previsão parte do Instituto Pró-Síndico que aponta a falta de pessoas qualificadas para o trabalho como indicativo de um forte nicho de carreira.
É uma área promissora em todo Brasil. Hoje, em São Paulo, por exemplo, 50% dos condomínios grandes, com mais de 700 unidades, já são comandados por síndicos especializados”, diz Dostoiévscki Vieira, Presidente do Instituto Pró-Síndico.
A promessa de boas oportunidades profissionais em tempos de desempregosuperior a 8% no Brasil pode ser animadora para quem pensa em transição de carreira. Mas, segundo Vieira, não é só a demanda de mercado que deve pesar na decisão. Há que se ter perfil para a função, afinal, quem mora em prédio sabe que síndicos precisam administrar divergências entre condôminos, entre outras adversidades.
O profissional precisa ter experiência em liderar pessoas e mediar conflitos. Não é todo mundo que tem estômago para isso”, afirma Vieira. De acordo com ele, ponderar demandas e priorizar ações tendo em vista o bem comum pode ser bastante desafiador.
Já em relação às competências técnicas, conhecimentos nas áreas administrativa, jurídica e de engenharia ajudam. “Não há um perfil técnico específico, há síndicos arquitetos, advogados, administradores, engenheiros, por exemplo”, diz Vieira.
Pegar o elevador” pode ser o primeiro passo na carreira
Experimentar a carreira pode estar mais perto do que muitos imaginam. Tudo pode começar na assembleia de moradores do próprio condomínio, caso o profissional more ou trabalhe em um.
Foi assim com o engenheiro Salvator Licco Haim. Depois de vender sua indústria de máquinas para lavar pisos para um grupo multinacional e de empreender, sem sucesso, na área de tecnologia, Haim se viu ocioso e acabou se tornando síndico do prédio em que mora.
Vi que ser síndico não era simples e fui fazer um curso para melhorar o meu trabalho. Lá, percebi que podia ser uma ocupação interessante para complementar a renda”, diz.
Mais qualificado, Haim, que é diretor da Abralimp (Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional), viu a chance de ser síndico profissional do prédio em que a Abralimp está instalada, em São Paulo, no ano passado.
Na sua opinião, o caminho feito por ele é a melhor alternativa para quem se interessa pela profissão. “A melhor coisa é começar se candidatando como síndico do prédio onde mora”, diz.
Apostar na rede de relacionamentos do próprio bairro também pode ajudar a encontrar oportunidades de trabalho. “Conversar com amigos, síndicos de prédios vizinhos, oferecer ajuda pro bono pode ser uma alternativa para começar a carreira”, diz.
Cursos de formação também são importantes porque fortalecem o networking e dão justamente as noções administrativas, jurídicas, de arquitetura, engenharia e de gestão de pessoas necessárias ao trabalho. Segundo ele, grande parte dos síndicos não profissionais é formada por “amadores desinformados”.
Remuneração pode ser (bem) atrativa
Haim afirma que a renda garantida com os serviços de síndico profissional é razoável, tendo em vista o fato de que um dia por semana é o bastante para dar conta do trabalho em um condomínio.
Segundo o Instituto Pró-Síndico, o valor médio cobrado a título de honorários para condomínios de até 200 unidades é de R$ 4,5 mil. Mas, é possível também ter remunerações altas com ampliação da prestação de serviços.
É o caso do síndico profissional Maurício Lopes que hoje atua diretamente em três grandes condomínios e é associado a uma empresa, a Implanta Condomínios, que tem 21 condomínios em sua carteira de clientes. Sua remuneração mensal é entre 12 mil reais e 15 mil reais por mês e a sua expectativa é dobrar este valor até o fim do ano.
De acordo com ele que atua na área de administração e implantação de condomínios há 13 anos, a Implanta Condomínios desenvolveu um modelo de negócios diferente.

A maioria dos síndicos profissionais abre uma empresa e é só ele. Nós temos vários síndicos associados e temos toda uma equipe. Alocamos, por exemplo, um síndico gestor que dá expediente e cumpre carga horária nos condomínios”, explica.

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segunda-feira, 21 de março de 2016

A partir de agora os condomínios receberão mais rápido seus créditos dos moradores inadimplentes entenda como...

Novo CPC VALENDO!!!

Então, o que é CPC ?

É o novo Código de Processo Civil que entrou em vigor no dia 20 deste mês, selecionamos este artigo para ajudar a entender melhor como isso afeta sua vida, Boa leitura.

Fonte: Capital Teresina


A partir do dia 20 de março, quem estiver com a cota condominial em atraso terá que pagar a dívida em até três dias, se não houver o acerto, o imóvel poderá ser penhorado; ou se tiver recursos em banco, o condômino corre risco de ter a penhora online se sua conta.
Foro: Divulgação/Internet
Com a nova regra o condomínio não passará por um processo demorado para receber seu crédito, bastando propor ação de execução de título executivo extrajudicial. 
De acordo com o advogado especialista em direito imobiliário, Danilo Baião, a mudança vai implicar em maior celeridade na cobrança do condômino em atraso. “Antes o processo desde o início da ação até a o pagamento da dívida por parte do inadimplente levava de dois a três anos, com a mudança esse prazo cai para trinta a sessenta dias, o que vai trazer para os condomínios uma resolução mais rápida do débito do cliente devedor”, explica.
Danilo Baião, advogado diz que com mudanças no novo CPC, atraso de três dias em taxas pode gerar penhor de imóvel  Foto: Ascom
O especialista explica que nos caso de atraso, o síndico para comprovar o débito terá que reunir os recibos em atraso e atas de assembleia que definiram os valores a serem arrecadados ou a convenção do condomínio, em seguida deverá ingressar com a ação de execução. “A Justiça pode determinar que o inadimplente pague a dívida em três dias”, frisou.
Ele ainda ressalta que o inadimplente deverá pagar o débito existente com dinheiro, ou, caso não disponha de recursos suficientes, deverá nomear bens a penhora (jóias, veículos, imóveis), podendo ser objeto de pagamento até mesmo o próprio imóvel, mesmo que seja o único que o devedor dispõe.
Outra mudança significativa, segundo o profissional consultado, é que a citação oriunda de processos judiciais, de qualquer natureza, poderá ser realizada na pessoa do porteiro, podendo este apresentar recusa por escrito se declarar que o destinatário esta ausente.
Para Augusto Lobato, síndico de um condomínio, a mudança vai trazer melhoras principalmente na hora de cobrar os inadimplentes. “É uma função arriscada, você fica numa situação chata principalmente na hora de lembrar do atraso, com a nova lei teremos medidas mais eficientes para efetuar a cobrança, eu já imprimi e já colei o novo código na área social para que todos possam ler e entender como vai funcionar”, afirma.
Para condomínios, sem sombra de dúvida, a maior mudança do Novo Código de Processo Civil (CPC) é que será possível cobrar débitos por meio de ações de execução (Art. 748, X, do novo CPC), desde que os valores estejam previstos na convenção ou aprovadas em assembleia.
Com a nova legislação, deverá haver maior garantia de recebimento dos valores pelo condomínio, pois é possível “prender” o bem do devedor quase que imediatamente (Art. 828) O devedor é obrigado a pagar custas para se defender, diferentemente do procedimento atual, que não custa nada para o réu contestar a ação (Art. 914). Agora, passa a existir a possibilidade real de protesto da cota de condomínio, pois antes nem todos os estados aceitavam 

sábado, 19 de março de 2016

Condomínio Sustentável

O país esta passando por um momento de crise extrema, nesses momentos temos que buscar outras alternativas para economizar o pouco que nos resta, uma maneira interessante de se fazer isso é a economia compartilhada no artigo abaixo tem uma ideia super interessante que pode trazer uma economia significativa ao condomínio.

fonte: http://goo.gl/Dxxb9J
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Está em todos os lugares, em todas as conversas: o país está em crise econômica e política. Para alguns esse é um cenário em que não há nada para se fazer a não ser esperar a tempestade passar, para outros, o estado de crise é exatamente a oportunidade necessária para fazer as coisas acontecerem. É como dizem: “enquanto alguns choram, outros vendem lenço”.
Nos condomínios não é diferente. Vemos a inadimplência aumentar, as relações entre gestores e condôminos ficar mais tensas e a crescente necessidade de encontrar alternativas para fechar a conta com saldo positivo tanto na gestão quanto na vida de cada um que mora nessa comunidade. Já parou para pensar que a solução pode estar no mesmo lugar do problema? Que passar a olhar o copo meio cheio lhe fará a dar menos importância ao copo meio vazio?
É exatamente nos momentos de crise que vemos as comunidades se reajustarem, a criarem oportunidades para, juntos, terem opções rentáveis para seus negócios. A solidariedade, a construção de networking, de conexão se mostra como a chance que faltava para fazer a roda voltar a girar.
Em cada condomínio temos uma gama enorme de profissionais que estão dispostos a oferecerem seus serviços a quem, no mesmo local, precisa deles. A chave para essa conexão é a iniciativa para expor todas essas possibilidades. Basta uma pessoa que esteja disposta a colocar quem oferece o produto ou serviço diante de quem tem a necessidade dele. Você poderia ser essa pessoa que ajuda as demais a encontrarem soluções?
A economia solidária, compartilhada tem ganho um espaço gigante na nossa sociedade e é com a união de um pequeno esforço de cada um em prol dos demais que vemos grandes negócios serem fechados. Já pensou em promover uma feira de empreendedores mensal dentro do seu condomínio? Criar uma publicação em que cada um possa expor o seu trabalho e se colocar à disposição dos demais? Propor ações de maior integração e conectividade entre você e seus vizinhos?
Em momentos de crise precisamos vender mais, servir mais e desbravar novos mercados. Dentro de um mesmo condomínio temos aqueles que fornecem alimentação saudável e aqueles que necessitam dela, mas não têm tempo de prepara-la. Existe quem vende seguro e quem precisa contratar um seguro. Pode ainda existir um grupo de mães que gerenciam o transporte escolar de crianças para uma mesma escola ou um grupo escolar. Sem contar com os diversos profissionais, advogados, arquitetos, professores, psicólogos, enfim... são inúmeras as possibilidades que estão escondidas para serem descobertas!
Os benefícios dessas parcerias vão muito além da redução da inadimplência das taxas de condomínio. Há um reforço muito positivo para integração dos moradores, do senso de comunidade, de solidariedade! Ganha o condomínio, ganham os moradores que terão em seus vizinhos um leque de soluções para seus problemas.
Se hoje nos sentimos tão frustrados e decepcionados por a crise de confiança nos governantes e no cenário econômico, não é ótimo pensar que soluções podem estar na porta ao lado? Use a criatividade e se una com outras pessoas que tenham a mesma visão de “copo meio cheio”! Tenho certeza de que surgirão ideias criativas e produtivas para todos os envolvidos!"

quinta-feira, 17 de março de 2016

Chegamos!!!!!!



Esta é a nossa primeira postagem no  blog, o inicio de qualquer empreitada é super interessante e cheia de expectativas e teorias, esperamos aqui conseguir trazer conteúdo semanal, que possa ser significativo e possa auxiliar síndicos e condôminos a levarem ideias que sejam realmente a diferenças em seus encontros e assembleias, nem todos os artigos no site serão de nossa autoria pois a intenção é conseguir disseminar o máximo de conhecimentos ideias e boas praticas, ainda essa semana sejam bem vindos ao nosso blog e aguarde as novidades.

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