Fonte http://maringa.odiario.com/imoveis/2016/07/portaria-virtual-e-tendencia-no-mercado/2194694/
A segurança da família é um dos fatores prioritários na hora de se escolher
onde morar. Por isso, é
crescente o investimento em itens do gênero. Principalmente, em condomínios horizontais ou verticais.
Em grandes centros
urbanos, como São Paulo
ou Curitiba, já se
tornou comum adotar o porteiro virtual em substituição à presença física de um prossional
do gênero. De acordo com um levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios do
Paraná
(Secovi), a mudança
provoca uma redução de
cerca de 50% nas despesas do condomínio.
Enzo Fabiano Cicuto, 38
anos, proprietário de
uma administradora de condomínios,
localizada em Maringá,
explica que a portaria virtual é uma
forma de monitoramento, 24 horas,
por dia, por câmeras de
segurança. As
imagens e os áudios do
local são
enviados para uma central, instalada em outro endereço, onde tudo fica arquivado.
Condôminos e funcionários têm digitais, fotos e dados
cadastrados. Para acessar o condomínio, os moradores recebem controle remoto, para a garagem, e um chaveiro, para os portões. Em ambos os casos, um botão de pânico pode ser acionado em caso
de emergência.
O acesso de visitantes é feito, por meio de um
interfone, com imagem. Um atendente, instalado na central, conversa com quem
deseja entrar. Em seguida, entra em contato com morador,
para liberar ou não a
entrada.
De acordo com Cicuto, o
porteiro virtual é uma
tendência de
mercado, mas deverá levar
algum tempo para ser, completamente, aceito em Maringá. Ele destaca que, apenas, uma em cada
dez propostas para a adoção da
novidade enviada aos condomínios é aceita. “A
maioria ainda prefere a portaria tradicional, com funcionário e vigilância eletrônica”,
ressalta.
Cicuto acrescenta que,
embora o porteiro virtual torne a relação mais impessoal, sem contato humano, há um aumento da segurança. “Em casos de assalto, o porteiro não será rendido e nem vai colocar em
risco os moradores, porque a central não libera a entrada de alguém, sem passar pelo condômino”, afirma.
O diretor de uma empresa
de monitoramento e segurança, em Maringá, Michel André Felippe Soares, 36, a鿮afirma que
a portaria virtual é mais eficaz, mas
exige investimento. Ele
recomenda que sejam adquiridos um gerador e duas formas de acesso à internet, para evitar a perda
de dados e para que o sistema funcione,perfeitamente, em caso de falta de energia
elétrica
Uma empresa parceira RedKeep
Em grandes centros urbanos, como São Paulo ou Curitiba, já se tornou comum adotar o porteiro virtual em substituição à presença física de um pro鿮옄ssional do
gênero. De acordo com um levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), a mudança provoca uma redução de cerca de 50% nas
despesas do condomínio.
Enzo Fabiano Cicuto, 38 anos, proprietário de uma administradora de condomínios, localizada em Maringá, explica que a portaria virtual é uma forma de
monitoramento, 24 horas, por dia, por câmeras de segurança. As imagens e os áudios do local são enviados para uma central, instalada em outro endereço, onde
tudo 鿮옄ca arquivado.
Condôminos e funcionários têm digitais, fotos e dados cadastrados. Para acessar o condomínio, os moradores recebem controle remoto, para a garagem, e um
chaveiro, para os portões. Em ambos os casos, um botão de pânico pode ser acionado em caso de emergência.
O acesso de visitantes é feito, por meio de um interfone, com imagem. Um atendente, instalado na central, conversa com quem deseja entrar. Em seguida, entra
em contato com morador, para liberar ou não a entrada.
De acordo com Cicuto, o porteiro virtual é uma tendência de mercado, mas deverá levar algum tempo para ser, completamente, aceito em Maringá. Ele destaca
que, apenas, uma em cada dez propostas para a adoção da novidade enviada aos condomínios é aceita. “A maioria ainda prefere a portaria tradicional, com
funcionário e vigilância eletrônica”, ressalta.
Cicuto acrescenta que, embora o porteiro virtual torne a relação mais impessoal, sem contato humano, há um aumento da segurança. “Em casos de assalto, o
porteiro não será rendido e nem vai colocar em risco os moradores, porque a central não libera a entrada de alguém, sem passar pelo condômino”, a鿮옄rma.
O diretor de uma empresa de monitoramento e segurança, em Maringá, Michel André Felippe Soares, 36, a鿮옄rma que a portaria virtual é mais e鿮옄caz, mas exige
investimento. Ele recomenda que sejam adquiridos um gerador e duas formas de acesso à internet, para evitar a perda de dados e para que o sistema funcione,
perfeitamente, em caso de falta de energia elétrica
em condomínios horizontais ou verticais.
Em grandes centros urbanos, como São Paulo ou Curitiba, já se tornou comum adotar o porteiro virtual em substituição à presença física de um pro鿮옄ssional do
gênero. De acordo com um levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), a mudança provoca uma redução de cerca de 50% nas
despesas do condomínio.
Enzo Fabiano Cicuto, 38 anos, proprietário de uma administradora de condomínios, localizada em Maringá, explica que a portaria virtual é uma forma de
monitoramento, 24 horas, por dia, por câmeras de segurança. As imagens e os áudios do local são enviados para uma central, instalada em outro endereço, onde
tudo 鿮옄ca arquivado.
Condôminos e funcionários têm digitais, fotos e dados cadastrados. Para acessar o condomínio, os moradores recebem controle remoto, para a garagem, e um
chaveiro, para os portões. Em ambos os casos, um botão de pânico pode ser acionado em caso de emergência.
O acesso de visitantes é feito, por meio de um interfone, com imagem. Um atendente, instalado na central, conversa com quem deseja entrar. Em seguida, entra
em contato com morador, para liberar ou não a entrada.
De acordo com Cicuto, o porteiro virtual é uma tendência de mercado, mas deverá levar algum tempo para ser, completamente, aceito em Maringá. Ele destaca
que, apenas, uma em cada dez propostas para a adoção da novidade enviada aos condomínios é aceita. “A maioria ainda prefere a portaria tradicional, com
funcionário e vigilância eletrônica”, ressalta.
Cicuto acrescenta que, embora o porteiro virtual torne a relação mais impessoal, sem contato humano, há um aumento da segurança. “Em casos de assalto, o
porteiro não será rendido e nem vai colocar em risco os moradores, porque a central não libera a entrada de alguém, sem passar pelo condômino”, a鿮옄rma.
O diretor de uma empresa de monitoramento e segurança, em Maringá, Michel André Felippe Soares, 36, a鿮옄rma que a portaria virtual é mais e鿮옄caz, mas exige
investimento. Ele recomenda que sejam adquiridos um gerador e duas formas de acesso à internet, para evitar a perda de dados e para que o sistema funcione,
perfeitamente, em caso de falta de energia elétrica
em condomínios horizontais ou verticais.
Em grandes centros urbanos, como São Paulo ou Curitiba, já se tornou comum adotar o porteiro virtual em substituição à presença física de um pro鿮옄ssional do
gênero. De acordo com um levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), a mudança provoca uma redução de cerca de 50% nas
despesas do condomínio.
Enzo Fabiano Cicuto, 38 anos, proprietário de uma administradora de condomínios, localizada em Maringá, explica que a portaria virtual é uma forma de
monitoramento, 24 horas, por dia, por câmeras de segurança. As imagens e os áudios do local são enviados para uma central, instalada em outro endereço, onde
tudo 鿮옄ca arquivado.
Condôminos e funcionários têm digitais, fotos e dados cadastrados. Para acessar o condomínio, os moradores recebem controle remoto, para a garagem, e um
chaveiro, para os portões. Em ambos os casos, um botão de pânico pode ser acionado em caso de emergência.
O acesso de visitantes é feito, por meio de um interfone, com imagem. Um atendente, instalado na central, conversa com quem deseja entrar. Em seguida, entra
em contato com morador, para liberar ou não a entrada.
De acordo com Cicuto, o porteiro virtual é uma tendência de mercado, mas deverá levar algum tempo para ser, completamente, aceito em Maringá. Ele destaca
que, apenas, uma em cada dez propostas para a adoção da novidade enviada aos condomínios é aceita. “A maioria ainda prefere a portaria tradicional, com
funcionário e vigilância eletrônica”, ressalta.
Cicuto acrescenta que, embora o porteiro virtual torne a relação mais impessoal, sem contato humano, há um aumento da segurança. “Em casos de assalto, o
porteiro não será rendido e nem vai colocar em risco os moradores, porque a central não libera a entrada de alguém, sem passar pelo condômino”, a鿮옄rma.
O diretor de uma empresa de monitoramento e segurança, em Maringá, Michel André Felippe Soares, 36, a鿮옄rma que a portaria virtual é mais e鿮옄caz, mas exige
investimento. Ele recomenda que sejam adquiridos um gerador e duas formas de acesso à internet, para evitar a perda de dados e para que o sistema funcione,
perfeitamente, em caso de falta de energia elétrica
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