segunda-feira, 11 de julho de 2016

Portaria Virtual é tendencia no mercado

http://maringa.odiario.com/imoveis/2016/07/portaria-virtual-e-tendencia-no-mercado/2194694/http://maringa.odiario.com/imoveis/2016/07/portaria-virtual-e-tendencia-no-mercado/2194694/http://maringa.odiario.com/imoveis/2016/07/portaria-virtual-e-tendencia-no-mercado/2194694/http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:vKAuEu2HUG0J:maringa.odiario.com/imoveis/2016/07/portaria-virtual-e-tendencia-no-mercado/2194694/+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=brA segurança da família é um dos fatores prioritários na hora de se escolher onde morar. Por isso, é crescente o investimento em itens do gênero. Principalmente, em condomínios horizontais ou verticais. Em grandes centros urbanos, como São Paulo ou Curitiba, já se tornou comum adotar o porteiro virtual em substituição à presença física de um pro쮰뻠ssional do gênero. De acordo com um levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), a mudança provoca uma redução de cerca de 50% nas despesas do condomínio. Enzo Fabiano Cicuto, 38 anos, proprietário de uma administradora de condomínios, localizada em Maringá, explica que a portaria virtual é uma forma de monitoramento, 24 horas, por dia, por câmeras de segurança. As imagens e os áudios do local são enviados para uma central, instalada em outro endereço, onde tudo 쮰뻠ca arquivado. Condôminos e funcionários têm digitais, fotos e dados cadastrados. Para acessar o condomínio, os moradores recebem controle remoto, para a garagem, e um chaveiro, para os portões. Em ambos os casos, um botão de pânico pode ser acionado em caso de emergência. O acesso de visitantes é feito, por meio de um interfone, com imagem. Um atendente, instalado na central, conversa com quem deseja entrar. Em seguida, entra em contato com morador, para liberar ou não a entrada. De acordo com Cicuto, o porteiro virtual é uma tendência de mercado, mas deverá levar algum tempo para ser, completamente, aceito em Maringá. Ele destaca que, apenas, uma em cada dez propostas para a adoção da novidade enviada aos condomínios é aceita. “A maioria ainda prefere a portaria tradicional, com funcionário e vigilância eletrônica”, ressalta. Cicuto acrescenta que, embora o porteiro virtual torne a relação mais impessoal, sem contato humano, há um aumento da segurança. “Em casos de assalto, o porteiro não será rendido e nem vai colocar em risco os moradores, porque a central não libera a entrada de alguém, sem passar pelo condômino”, a쮰뻠rma. O diretor de uma empresa de monitoramento e segurança, em Maringá, Michel André Felippe Soares, 36, a쮰뻠rma que a portaria virtual é mais e쮰뻠caz, mas exige investimento. Ele recomenda que sejam adquiridos um gerador e duas formas de acesso à internet, para evitar a perda de dados e para que o sistema funcione, perfeitamente, em caso de falta de energia elétricA segurança da família é um dos fatores prioritários na hora de se escolher onde morar. Por isso, é crescente o investimento em itens do gênero. Principalmente,A segurança da família é um dos fatores prioritários na hora de se escolher onde morar. Por isso, é crescente o investimento em itens do gênero. Principalmente,A segurança da família é um dos fatores prioritários na hora de se escolher onde morar. Por isso, é crescente o investimento em itens do gênero. Principalment

Fonte http://maringa.odiario.com/imoveis/2016/07/portaria-virtual-e-tendencia-no-mercado/2194694/

A segurança da família é um dos fatores prioritários na hora de se escolher onde morar. Por isso, é crescente o investimento em itens do gênero. Principalmente, em condomínios horizontais ou verticais.
Em grandes centros urbanos, como São Paulo ou Curitiba, já se tornou comum adotar o porteiro virtual em substituição à presença física de um prossional do gênero. De acordo com um levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), a mudança provoca uma redução de cerca de 50% nas despesas do condomínio.
Enzo Fabiano Cicuto, 38 anos, proprietário de uma administradora de condomínios, localizada em Maringá, explica que a portaria virtual é uma forma de monitoramento, 24 horas, por dia, por câmeras de segurança. As imagens e os áudios do local são enviados para uma central, instalada em outro endereço, onde tudo fica arquivado.
Condôminos e funcionários têm digitais, fotos e dados cadastrados. Para acessar o condomínio, os moradores recebem controle remoto, para a garagem, e um chaveiro, para os portões. Em ambos os casos, um botão de pânico pode ser acionado em caso de emergência.
O acesso de visitantes é feito, por meio de um interfone, com imagem. Um atendente, instalado na central, conversa com quem deseja entrar. Em seguida, entra em contato com morador, para liberar ou não a entrada.
De acordo com Cicuto, o porteiro virtual é uma tendência de mercado, mas deverá levar algum tempo para ser, completamente, aceito em Maringá. Ele destaca que, apenas, uma em cada dez propostas para a adoção da novidade enviada aos condomínios é aceita. A maioria ainda prefere a portaria tradicional, com funcionário e vigilância eletrônica, ressalta.
Cicuto acrescenta que, embora o porteiro virtual torne a relação mais impessoal, sem contato humano, há um aumento da segurança. Em casos de assalto, o porteiro não será rendido e nem vai colocar em risco os moradores, porque a central não libera a entrada de alguém, sem passar pelo condômino, afirma.
O diretor de uma empresa de monitoramento e segurança, em Maringá, Michel André Felippe Soares, 36, a鿮afirma que a portaria virtual é mais eficaz, mas exige investimento. Ele recomenda que sejam adquiridos um gerador e duas formas de acesso à internet, para evitar a perda de dados e para que o sistema funcione,perfeitamente, em caso de falta de energia elétrica

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em condomínios horizontais ou verticais.
Em grandes centros urbanos, como São Paulo ou Curitiba, já se tornou comum adotar o porteiro virtual em substituição à presença física de um pro鿮옄ssional do
gênero. De acordo com um levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), a mudança provoca uma redução de cerca de 50% nas
despesas do condomínio.
Enzo Fabiano Cicuto, 38 anos, proprietário de uma administradora de condomínios, localizada em Maringá, explica que a portaria virtual é uma forma de
monitoramento, 24 horas, por dia, por câmeras de segurança. As imagens e os áudios do local são enviados para uma central, instalada em outro endereço, onde
tudo 鿮옄ca arquivado.
Condôminos e funcionários têm digitais, fotos e dados cadastrados. Para acessar o condomínio, os moradores recebem controle remoto, para a garagem, e um
chaveiro, para os portões. Em ambos os casos, um botão de pânico pode ser acionado em caso de emergência.
O acesso de visitantes é feito, por meio de um interfone, com imagem. Um atendente, instalado na central, conversa com quem deseja entrar. Em seguida, entra
em contato com morador, para liberar ou não a entrada.
De acordo com Cicuto, o porteiro virtual é uma tendência de mercado, mas deverá levar algum tempo para ser, completamente, aceito em Maringá. Ele destaca
que, apenas, uma em cada dez propostas para a adoção da novidade enviada aos condomínios é aceita. “A maioria ainda prefere a portaria tradicional, com
funcionário e vigilância eletrônica”, ressalta.
Cicuto acrescenta que, embora o porteiro virtual torne a relação mais impessoal, sem contato humano, há um aumento da segurança. “Em casos de assalto, o
porteiro não será rendido e nem vai colocar em risco os moradores, porque a central não libera a entrada de alguém, sem passar pelo condômino”, a鿮옄rma.
O diretor de uma empresa de monitoramento e segurança, em Maringá, Michel André Felippe Soares, 36, a鿮옄rma que a portaria virtual é mais e鿮옄caz, mas exige
investimento. Ele recomenda que sejam adquiridos um gerador e duas formas de acesso à internet, para evitar a perda de dados e para que o sistema funcione,
perfeitamente, em caso de falta de energia elétrica
em condomínios horizontais ou verticais.
Em grandes centros urbanos, como São Paulo ou Curitiba, já se tornou comum adotar o porteiro virtual em substituição à presença física de um pro鿮옄ssional do
gênero. De acordo com um levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), a mudança provoca uma redução de cerca de 50% nas
despesas do condomínio.
Enzo Fabiano Cicuto, 38 anos, proprietário de uma administradora de condomínios, localizada em Maringá, explica que a portaria virtual é uma forma de
monitoramento, 24 horas, por dia, por câmeras de segurança. As imagens e os áudios do local são enviados para uma central, instalada em outro endereço, onde
tudo 鿮옄ca arquivado.
Condôminos e funcionários têm digitais, fotos e dados cadastrados. Para acessar o condomínio, os moradores recebem controle remoto, para a garagem, e um
chaveiro, para os portões. Em ambos os casos, um botão de pânico pode ser acionado em caso de emergência.
O acesso de visitantes é feito, por meio de um interfone, com imagem. Um atendente, instalado na central, conversa com quem deseja entrar. Em seguida, entra
em contato com morador, para liberar ou não a entrada.
De acordo com Cicuto, o porteiro virtual é uma tendência de mercado, mas deverá levar algum tempo para ser, completamente, aceito em Maringá. Ele destaca
que, apenas, uma em cada dez propostas para a adoção da novidade enviada aos condomínios é aceita. “A maioria ainda prefere a portaria tradicional, com
funcionário e vigilância eletrônica”, ressalta.
Cicuto acrescenta que, embora o porteiro virtual torne a relação mais impessoal, sem contato humano, há um aumento da segurança. “Em casos de assalto, o
porteiro não será rendido e nem vai colocar em risco os moradores, porque a central não libera a entrada de alguém, sem passar pelo condômino”, a鿮옄rma.
O diretor de uma empresa de monitoramento e segurança, em Maringá, Michel André Felippe Soares, 36, a鿮옄rma que a portaria virtual é mais e鿮옄caz, mas exige
investimento. Ele recomenda que sejam adquiridos um gerador e duas formas de acesso à internet, para evitar a perda de dados e para que o sistema funcione,
perfeitamente, em caso de falta de energia elétrica
em condomínios horizontais ou verticais.
Em grandes centros urbanos, como São Paulo ou Curitiba, já se tornou comum adotar o porteiro virtual em substituição à presença física de um pro鿮옄ssional do
gênero. De acordo com um levantamento do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), a mudança provoca uma redução de cerca de 50% nas
despesas do condomínio.
Enzo Fabiano Cicuto, 38 anos, proprietário de uma administradora de condomínios, localizada em Maringá, explica que a portaria virtual é uma forma de
monitoramento, 24 horas, por dia, por câmeras de segurança. As imagens e os áudios do local são enviados para uma central, instalada em outro endereço, onde
tudo 鿮옄ca arquivado.
Condôminos e funcionários têm digitais, fotos e dados cadastrados. Para acessar o condomínio, os moradores recebem controle remoto, para a garagem, e um
chaveiro, para os portões. Em ambos os casos, um botão de pânico pode ser acionado em caso de emergência.
O acesso de visitantes é feito, por meio de um interfone, com imagem. Um atendente, instalado na central, conversa com quem deseja entrar. Em seguida, entra
em contato com morador, para liberar ou não a entrada.
De acordo com Cicuto, o porteiro virtual é uma tendência de mercado, mas deverá levar algum tempo para ser, completamente, aceito em Maringá. Ele destaca
que, apenas, uma em cada dez propostas para a adoção da novidade enviada aos condomínios é aceita. “A maioria ainda prefere a portaria tradicional, com
funcionário e vigilância eletrônica”, ressalta.
Cicuto acrescenta que, embora o porteiro virtual torne a relação mais impessoal, sem contato humano, há um aumento da segurança. “Em casos de assalto, o
porteiro não será rendido e nem vai colocar em risco os moradores, porque a central não libera a entrada de alguém, sem passar pelo condômino”, a鿮옄rma.
O diretor de uma empresa de monitoramento e segurança, em Maringá, Michel André Felippe Soares, 36, a鿮옄rma que a portaria virtual é mais e鿮옄caz, mas exige
investimento. Ele recomenda que sejam adquiridos um gerador e duas formas de acesso à internet, para evitar a perda de dados e para que o sistema funcione,
perfeitamente, em caso de falta de energia elétrica

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